21 de junho de 2014

Superar..

Foto de autor desconhecido

 A alegria supera nossa tristeza, 
O consolo supera nossa dor, 
A fé supera nossa dúvida, 
O entusiasmo supera nosso desânimo, 
A coragem supera nosso medo, 
A força supera nossa fraqueza, 
A luz supera nossa escuridão, 
A vitória supera nossa derrota, 
A ação supera nosso tédio, 
sorriso supera nosso choro.. 

* Texto de autor desconhecido

20 de junho de 2014

Amizade..

Foto de sheenajibson

Um dia todos nós amigos iremos nos separar, sentiremos saudade de todas as conversas jogadas fora, dos sonhos que tivemos! Os dias vão passar, meses, anos, até esse contato se tornar cada vez mais raro... Um dia nossos filhos verão aquelas fotos e perguntarão.. Quem são essas pessoas? A saudade vai bater e com os olhos cheios de lágrimas eu direi: FOI COM ELES QUE VIVI OS MELHORES MOMENTOS DA MINHA VIDA!!!

* Texto de autor desconhecido.

13 de junho de 2014

Sem rumo...

Não sei ao certo a quem  devo direccionar a carta de hoje...
Hoje não haverá destinatário, só remetente.
Aqui, sentada no meu canto, tento perceber de onde vem a minha tristeza. Como desaguo o rio que nasceu dentro de mim.
Estou cansada, demasiado cansada para lutar...nada faz sentido. As escolhas que fiz, não me deixam mais sorrir. Os traços que me caracterizavam ficam mais acentuados e questiono uma vez mais as opções e como tantas outras vezes, não obtenho qualquer resposta.
O manto do céu continua cinzento, assim como a minha alma. Não há cor, alegria, apenas um vazio
,vazio esse que vem da alma à mente.
Sinto-me perdida, sem saber porque batalhas valerá a pena continuar a lutar...
De todas as dúvidas  que tomam conta de mim, apenas tenho uma certeza :
-não estou feliz!
A chuva chega de mansinho e envolve-me sem eu me dar conta. Há tanta coisa que queria arrancar dentro de mim... Queria ser diferente, ser menos sensível, porque assim esta não me abraçaria com tanta força.
Todos os dias, luto, ainda que em silêncio me pergunte :
-Valerá a pena???
Tinha sonhos adormecidos, e agora que acordaram... O que faço com eles?
Eles não morrem, e ao não morrerem, não os posso enterrar... Não poderei fazer o meu luto, e sem ele, como irei sobreviver???
Sinto que a estrada que percorro, não tem fim. Quanto mais a percorro, mais distante fico de tudo, de todos. Sinto -me como uma criança que se perdeu no escuro... É  como se a minha alma estivesse suspensa em algures, no universo e que ainda não encontrou o caminho de regresso.
-O que faço até lá?
Olho o céu em busca de uma estrela que me possa guiar, que me faça regressar  ao  meu verdadeiro eu, até então perdido.
Mas o manto que cobre  o céu, encontra-se cada vez mais enegrecido  e a escuridão  é total. E sem me aperceber muito bem como, uma maré em fúria invade o meu peito, e o meu pranto é total.
É  impossível resistir à sua força.
Quando imagino como poderia ter sido... A imagem que surge, é  a de um autocarro.
Seria muito mais fácil. Autocarros que nos transportem ao destino que escolhermos.
Sem dramas, sem medos, sem mágoas.. Sem perdas!!!