8 de março de 2014

Baú de recordações

A brisa terna da manhã faz-me lembrar de que  o tempo passa a uma velocidade atroz.
O tempo tropeça em mim, e quase não o reconheço. Parte de mim envelheceu, enquanto a outra se mantém intacta, sem nunca ter crescido... Penso que esta  parte da inocência te pertencia ,quem sabe para que quando as minhas capacidades começassem a falhar, me fazeres (re) lembrar de que tudo é possível. Acreditar no impossível. Acho que isso é propício de uma  criança que vive sem malícia e que acredita  piamente de que tudo, mas mesmo tudo é  possível, aconteça o que acontecer. Por isso alimenta sempre  a criança que vive em ti. Não a deixes morrer. As vezes nos momentos de insanidade, é isso que nos mantém firmes num mundo, onde à medida  que  o tempo avança, mais perdidos ficamos...
A lucidez nem sempre é coerente com a realidade em que vivemos.Ser criança deve ser uma das melhores sensações do mundo. Aí, quando surgem as dúvidas,tudo parece novidade...A idade  dos porquês.Temos  ânsia em aprender,de crescer,de voar  pelo mundo,como se este nos pertencesse e como se  mais  nada importasse a não ser essa  viagem à descoberta do mundo.
Queria muito que o acolhesses assim,de braços abertos. Que este fosse mágico para  tornar todos  os teus sonhos  realidade.
E é  aqui  que  eu entro... para  não  te deixar  desistir, para  não perderes  a tua  capacidade  de sonhar.
Enquanto  eu viver, farei  de tudo para  não  perderes  essa inocência, e que uma parte de ti, nunca cresça...Para  que possas conquistar  o mundo com tanto  amor, como  me conquistaste a mim... Com muita  simplicidade, mas  com muita  magia.

Beijo grande de alguém que nunca te esquece...

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